Arquivo da categoria: Má-vontade

Quinta interminável.

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Começou bem.

Abro o blog para dar uma olhada nos meus favoritos e…

😮

Cadê a foto do cabeçalho? Que imagem de folha com orvalho é essa??

Cadê meus favoritos,  meus links e etecéteras???

Fuço daqui, mexo dali, e descubro que o WordPress cancelou o template que eu (e mais um porrilhão de pessoas) usava, e substituiu por esse da folhinha…muito bom.

Fuço mais, mexo mais, e não tem jeito. Tive que começar tudo do zero.

E pensar que mudei de provedor porquê não estava satisfeito com o visual do outro…enfim.

Não tá do jeito que eu queria, mas vamo-que-vamo.

Fiquei puto.

(Como se adiantasse alguma coisa.)

– Que confusão, hein, tio?

Enquanto isso, aqui no blog…

Navegação de cabotinagem (ou: Você conhece alguém assim.)

Tava procurando algo para postar sobre um certo tipo de “profissional” (aspas, as melhores amigas da ironia), e achei o texto abaixo.

Não só é pertinente tudo o que ele informa e descreve, como a preguiça de desenvolver algo me venceu. (Que é? Pelo menos estou sendo honesto!)

“(…) personagem complicada do ambiente corporativo é o profissional CABOTINO, aquele indivíduo que adora propagandear seus feitos e age como se as conquistas e realizações fossem um mérito exclusivo dele, e não o resultado do trabalho de uma equipe.

O termo ‘cabotino’ vem do francês e tem sua origem em um ator parisiense do século XVII, chamado Cabotin. O artista costumava fazer turnês pelas cidades da França, e quando chegava a um lugar, alardeava que o maior e mais talentoso ator do mundo se apresentaria em tal data e tal horário. Estimuladas, as pessoas se empenhavam em ver o ‘artista maravilhoso’, e se surpreendiam quando, no palco, surgia ninguém mais ninguém menos que o próprio ‘propagandeador’ do ‘mestre’ Cabotin.

A mesma coisa acontece quando esse tipo de profissional ‘alardeia’ seus feitos, suas inovações, suas descobertas. Não raro, esses ‘gênios’ não passam de pessoas com desempenhos medianos ou até inferiores à média, e raramente duram nos empregos e cargos que conquistam na base da autopromoção. Quando suas máscaras caem, eles simplesmente abandonam o show e tentam conquistar os incautos de outras praças.

Como se livrar de pessoas assim e evitar que elas contaminem o ambiente corporativo? Eis aí uma questão de difícil resposta. Mas, quanto mais atenção for dada à real meritocracia, menos espaço sobrará para que os profissionais sem conteúdo ou de caráter duvidoso espalhem seus tentáculos.” (*)

Marcelo Gonçalves (Sócio-diretor e responsável pelo escritório de São José dos Campos da BDO, empresa especializada em auditoria, tax e advisory).

HSM Online
03/05/2010

Se, pelo menos, dar um tabefes – até o braço doer – nesse tipo de sujeito adiantasse algo…

Baseado na minha experiência pessoal, sugiro duas maneiras de contornar a situação.  Na falta de solução melhor, resta(¹) fazer duas coisas: uma, ignorá-lo sempre que possível, e duas: envergonhá-lo, pondo à vista de todos a falta de conhecimento, e competência do invertebrado, assim que surgir a oportunidade.

Mas, atenção: Sutilmente! Na primeira ga-ga-guejada frente dele ao questionamento de um superior, demonstre que você tem a resposta certa, para alguma situação apresentada. Sem erguer a voz, sem atropelos, sem pisar no pé de algum estagiário para chegar mais perto do chefe.

Isso, desde que você tenha a resposta certa. Mesmo.

(Se não, cale-se, e adote um ar de “estou concentrado, encarando com a devida seriedade esta crise pela qual a empresa está passando…será que já tem café?”)

E nunca, nunca – ó, prestenção! mas nunca mesmo! – dê um cuecão (literal ou figurativo) no cretino na frente do chefe! Já que o boçal não tem escrúpulos, isso pode gerar uma vingança da parte dele, que pode acabar desembocando em outro tipo de situações, infinitamente… Como se não bastasse o tempo que você perde diariamente com o obtuso, ainda teria que lidar com mais essa…

(* Tirei daqui, ó. http://br.hsmglobal.com/notas/57394-invejosos-e-cabotinos)

(¹: é resta ou restam??? Enfim.)