No ar…Rádio Cabeça!

Sabe quando você acorda / amanhece / passa o dia com uma música na cabeça?

(E às vezes, alguma bem esdrúxula, talvez até uma que você não gosta, na verdade…)

Enfim. Essa série é isso. Nada a ver com músicas-cabeça, profundas, de grandes nomes, relevantes, ou mesmo históricas.

Só músicas que passam pela minha cabeça. Simples assim.

Às vezes com explicação, às vezes não.

Eu queria postar o clip original aqui, mas deu aquele “erro” do Youtube, de que a URL é inválida, blábláblá, que você não pode copiar o vídeo, blábláblá…

Será que os caras acham MESMO que alguém vai baixar vídeos, copiar em DVDs, ganhar uma puta grana na barraquinha da feira, e destruir a indústria fonográfica? Pfffff…

Enfim. Fica o link, mesmo.

http://www.youtube.com/watch?v=vSHz5X_Ghvk

Ah, é!

Capital Inicial – Música Urbana

Aumente o som. Aporrinhe os vizinhos. Divirta-se!

E que a indústria fonográfica morra. 🙂

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Nariz gelado

Continuando a ridiculamente pequena série Coisas-que-gosto-aqui (tá, tá, tá! O nome é ruim, não vende, mas não consegui pensar em nada melhor. Ainda. Vou chamar do quê? Coisinhas???)… o assunto hoje é a população quadrúpede da cidade.

Não me refiro aos quadrúpedes de balcão, de repartição, sentados ao volante, ou mesmo àqueles que brandem seus diplomas em praça pública, enganando a si mesmos, julgando-se menos imbecis. Não, não e não.

Estou falando de outros quadrúpedes. Peludos, com rabo e focinho gelado.

Tranquilos.

Curiosos.

Fujões.

Preguiçosos.

Praticamente todos os dias vejo um deles; essa galerinha dá um colorido especial às ruas dessa cidade,  sempre simpáticos, mesmo à distância.

Adoro esses caras. A vida seria bem mais sem-graça se eles não existissem.

O Maravilhoso Mundo do Varejo

Momento clichê: A estupidez humana (definitivamente) não tem limites.

Dica do Pablo.

Drops

(Imagem aleatória, sem nada a ver com o peixe.)

  • Sapeando blogs alheios, reparo como é legal quando as pessoas elaboram um pensamento articulado sobre seu cotidiano, e conseguem pôr isso no papel (papel ?!).
  • Twitter, Facebook, Lindink (é isso?). Tenho os dois primeiros, recebi convite para o último. Não vejo utilidade para essas merdas. Não adianta. Sei lá.
  • Pensamento Recorrente: preciso de férias. 45 dias, pelo menos. Sol na cabeça, pé na areia…pôr o “célebro” de molho.
  • Pensamento Recorrente (2): quero vou parar de fumar. Saco cheio disso.
  • (Ainda) Me espanta como algumas pessoas tratam a falta de finalidade na vida como uma finalidade em si.
  • Ontem foi Dia do Porteiro (na verdade, esse post era para ter sido publicado ontem…mas aí…enfim, deixa pra lá.)! Bacana! (Hmm. Acho que nunca vi nenhum aqui na roça. Estranho.) De qualquer forma, Parabéns a todos vocês, que ficam aí na guarita todos os dias, aturando gente grossa e burra, moleques mimados e remelentos, recebendo nossas correspondências e recados, e guardando nossos apartamentos (apesar de que no meu prédio não tem porteiro. Enfim.)

Pinceladas

De longe, até acho bacaninha. De longe.

Não adianta; não é segredo nenhum para os que convivem comigo que não gosto dessa cidade. Ponto. Fato. E a probabilidade da minha opinião mudar é quase zero absoluto.

Mas, ao invés de ficar enumerando ad eternum meus motivos (o quê, convenhamos, seria uma demonstração de que meus neurônios estão pipocando como plástico bolha, para ficar falando de algo que não gosto), resolvi fazer um exercício mental: uma série de posts com o que gosto aqui.

Sim, sim…vai ser árduo, e vai ser uma série bem pequena. 🙂

Pra começar:  Céu de outono.


Já morei em uma cidade pequena (assunto para outro dia), anteriormente. E aqui (como lá), o céu é diferente da minha terra. Assim como o ar; mais azul, mais límpido.

Dá gosto quando vou abrir o portão da garagem para minha esposa sair de carro, logo cedo. Ela faz um último aceno, me observando pelo retrovisor e eu fico ali, por alguns segundos, olhando o carro diminuindo no horizonte dos quarteirões abaixo.

Enquanto peço a Deus que a proteja dos ineptos motoristas da cidade,  desvio o olhar – sempre, todos os dias – para o céu e fico olhando as poucas nuvens, pinceladas em um azul de tom não-catalogado; um manto de tranquilidade que cobre toda a cidade. Faz bem à alma, me traz paz.

Já olhou o céu hoje?

*foto: diretamente do meu celular; Menção Horrorosa no Concurso 2010 de Fotos da National Geographic, categoria Cidades-que-você-não-gostaria-de-conhecer-nem-Morto.

Navegação de cabotinagem (ou: Você conhece alguém assim.)

Tava procurando algo para postar sobre um certo tipo de “profissional” (aspas, as melhores amigas da ironia), e achei o texto abaixo.

Não só é pertinente tudo o que ele informa e descreve, como a preguiça de desenvolver algo me venceu. (Que é? Pelo menos estou sendo honesto!)

“(…) personagem complicada do ambiente corporativo é o profissional CABOTINO, aquele indivíduo que adora propagandear seus feitos e age como se as conquistas e realizações fossem um mérito exclusivo dele, e não o resultado do trabalho de uma equipe.

O termo ‘cabotino’ vem do francês e tem sua origem em um ator parisiense do século XVII, chamado Cabotin. O artista costumava fazer turnês pelas cidades da França, e quando chegava a um lugar, alardeava que o maior e mais talentoso ator do mundo se apresentaria em tal data e tal horário. Estimuladas, as pessoas se empenhavam em ver o ‘artista maravilhoso’, e se surpreendiam quando, no palco, surgia ninguém mais ninguém menos que o próprio ‘propagandeador’ do ‘mestre’ Cabotin.

A mesma coisa acontece quando esse tipo de profissional ‘alardeia’ seus feitos, suas inovações, suas descobertas. Não raro, esses ‘gênios’ não passam de pessoas com desempenhos medianos ou até inferiores à média, e raramente duram nos empregos e cargos que conquistam na base da autopromoção. Quando suas máscaras caem, eles simplesmente abandonam o show e tentam conquistar os incautos de outras praças.

Como se livrar de pessoas assim e evitar que elas contaminem o ambiente corporativo? Eis aí uma questão de difícil resposta. Mas, quanto mais atenção for dada à real meritocracia, menos espaço sobrará para que os profissionais sem conteúdo ou de caráter duvidoso espalhem seus tentáculos.” (*)

Marcelo Gonçalves (Sócio-diretor e responsável pelo escritório de São José dos Campos da BDO, empresa especializada em auditoria, tax e advisory).

HSM Online
03/05/2010

Se, pelo menos, dar um tabefes – até o braço doer – nesse tipo de sujeito adiantasse algo…

Baseado na minha experiência pessoal, sugiro duas maneiras de contornar a situação.  Na falta de solução melhor, resta(¹) fazer duas coisas: uma, ignorá-lo sempre que possível, e duas: envergonhá-lo, pondo à vista de todos a falta de conhecimento, e competência do invertebrado, assim que surgir a oportunidade.

Mas, atenção: Sutilmente! Na primeira ga-ga-guejada frente dele ao questionamento de um superior, demonstre que você tem a resposta certa, para alguma situação apresentada. Sem erguer a voz, sem atropelos, sem pisar no pé de algum estagiário para chegar mais perto do chefe.

Isso, desde que você tenha a resposta certa. Mesmo.

(Se não, cale-se, e adote um ar de “estou concentrado, encarando com a devida seriedade esta crise pela qual a empresa está passando…será que já tem café?”)

E nunca, nunca – ó, prestenção! mas nunca mesmo! – dê um cuecão (literal ou figurativo) no cretino na frente do chefe! Já que o boçal não tem escrúpulos, isso pode gerar uma vingança da parte dele, que pode acabar desembocando em outro tipo de situações, infinitamente… Como se não bastasse o tempo que você perde diariamente com o obtuso, ainda teria que lidar com mais essa…

(* Tirei daqui, ó. http://br.hsmglobal.com/notas/57394-invejosos-e-cabotinos)

(¹: é resta ou restam??? Enfim.)

Duelo Samurai da Semana

– Cabra da peste! Se eu pegá ocê bulindo c’a minha mulé traveiz, abro teu bucho c’a minha pexêra!

– Ai, que meda!