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Para a sua segunda-feira:

Hoje levantei cedo pensando no que tenho a fazer antes que o relógio marque meia noite.
É minha função escolher que tipo de dia vou ter hoje.
Posso reclamar porque está chovendo ou agradecer às águas por levarem a poluição.
Posso ficar triste por não ter dinheiro ou me sentir encorajado para administrar minhas finanças evitando desperdício.
Posso reclamar sobre minha saúde ou dar graças por estar vivo.
Posso me queixar dos meus pais por não terem me dado tudo o que queria ou posso ser grato por ter nascido.
Posso reclamar por ter que ir trabalhar ou agradecer por ter trabalhado.
Posso sentir tédio com o trabalho doméstico ou agradecer a Deus.
Posso lamentar decepções com amigos ou me entusiasmar com a possibilidade de fazer novas amizades.
Se as coisas não saírem como planejei posso ficar feliz por ter hoje para recomeçar.
O dia está na minha frente esperando para ser o que eu quiser.
E aqui estou eu, o escultor que pode dar forma.
Tudo depende de mim.
Charles Chaplin

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Nariz gelado

Continuando a ridiculamente pequena série Coisas-que-gosto-aqui (tá, tá, tá! O nome é ruim, não vende, mas não consegui pensar em nada melhor. Ainda. Vou chamar do quê? Coisinhas???)… o assunto hoje é a população quadrúpede da cidade.

Não me refiro aos quadrúpedes de balcão, de repartição, sentados ao volante, ou mesmo àqueles que brandem seus diplomas em praça pública, enganando a si mesmos, julgando-se menos imbecis. Não, não e não.

Estou falando de outros quadrúpedes. Peludos, com rabo e focinho gelado.

Tranquilos.

Curiosos.

Fujões.

Preguiçosos.

Praticamente todos os dias vejo um deles; essa galerinha dá um colorido especial às ruas dessa cidade,  sempre simpáticos, mesmo à distância.

Adoro esses caras. A vida seria bem mais sem-graça se eles não existissem.

Glub, glub, glub…aahhh!

Dia Mundial da Água